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Neurocirurgia

Com a aplicação de técnicas minimamente invasivas, abriram-se novas possibilidades para a neurocirurgia. Isto é especialmente válido para o diagnóstico e a terapia de defeitos intracranianos nos ventrículos cerebrais e na base do crânio. Endoscópios com diferentes ângulos de visão garantem visualizações da anatomia do cérebro que não são possíveis com o microscópio. Desta forma, a aplicação de endoscópios especiais com e sem canal de trabalho e dos respectivos microinstrumentos permite ao neurocirurgião intervenções cirúrgicas mais amplas.

Uma variedade de intervenções pode ser efetuada de forma totalmente endoscópica como, por exemplo, a remoção de cistos ou tumores localizados nos ventrículos cerebrais ou a criação de acessos transnasais à hipófise ou à base do crânio. Outro campo é a assim chamada microneurocirurgia assistida endoscopicamente, que utiliza endoscópios em intervenções de alto risco, para inspecionar os espaços excluídos da visualização direta e, desta forma, melhorar significativamente a segurança em intervenções neurocirúrgicas.

A KARL STORZ oferece um conjunto de instrumentos abrangente para intervenções intracranianas e cirurgias na base do crânio, complementado por um portfólio especial para cirurgias pediátricas. A oferta é complementada por um sistema de motor de alta velocidade com muitas peças de mão de furação, craniotomia e perfuração.

Destaques

VITOM® 3D – Visualização 3D para a neurocirurgia

O sistema VITOM® 3D representa uma solução para a visualização de intervenções microcirúrgicas e abertas. As possibilidades de aplicação se assemelham às de um microscópio cirúrgico. A operação ocorre por meio do IMAGE1 PILOT, que é fixado à mesa de cirurgia no ambiente de trabalho direto do cirurgião.

  • Menor, mais leve e mais compacto do que um microscópio cirúrgico
  • Custos reduzidos de aquisição e efeitos sinergéticos com a video-cirurgia graças à perfeita integração à torre de vídeo – aliando assim as vantagens da video-cirurgia com as da microscopia
  • Trabalho ergonômico – o usuário não é obrigado a usar oculares
  • Melhoria da sequência de trabalho – a equipe de cirurgia pode acompanhar a intervenção com a mesma qualidade que a do cirurgião